16/06/2011

1975 - gil e jorge - ogum xango

Noite. Na caixa esquerda, Gil. Na direita, Jorge. Na mesa, algumas garrafas de Jurubeba (?), algo mais (??). Dois violões, duas vozes, percussão e baixo.

O ensaio desta jam começou anos antes, em trocas mútuas de referências, influências, uma cumplicidade de levada e cor.
Começam sob a benção do condutor São Cristóvão, um santo carioca, e evocam Gandhi, quase um orixá por seus filhos baianos.

O vinil duplo hipnotiza, ultrapassa os 74 minutos de um CD, tiveram que cortar a viagem ('quem mandou', hein, Polygram?).
Mas já é dia, o disco está pronto.
[FONTE]

Faixas:

1. Meu glorioso São Cristóvão (Jorge Ben)
2. Nega (Gilberto Gil)
3. Jurubeba (Gilberto Gil)
4. Quem mandou [Pé na estrada] (Jorge Ben)
5. Taj mahal (Jorge Ben)
6. Morre o burro, fica o homem (Jorge Ben)
7. Essa é pra tocar no rádio (Gilberto Gil)
8. Filhos de Gandhi (Gilberto Gil)
9. Sarro (Jorge Ben - Gilberto Gil)



https://rs216l34.rapidshare.com/#!download|216l3|47401258|1975_-_Gil___Jorge.ZIP|84067|R~0



FONTE:
http://somdubaum.blogspot.com

disco simplesmente genial.
mas tem que ouvir tudo sem fazer mais nada...
mantra brasileiro
swinga funk for my nega!

15/06/2011

CRIOLO DOIDO


‘No Na Orelha’, é o segundo álbum do cantor paulista Criolo. O disco vai além do hip-hop do passado de MC (no qual assinava Criolo Doido) e traz canções que transitam entre samba, soul e reggae.

Produzido por Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral, o álbum está repleto de músicas feitas para dar “sarrafadas na cabeça de quem ouve”, segundo o cantor, em entrevista ao jornal ‘Folha de São Paulo’. Em cada uma delas, Criolo expõe sua alma. Toda a composição se amarra em imagens poéticas e ataques críticos com rimas crônicas – muitas vezes irônicas – e quem escuta navega junto.

‘Bogotá’, a música que abre o disco, é um funk dançante, seguida pelo single ‘Subirusdoistiozin’, que possui aquele “para-rá- pa-pá” de qualidade instrumental, com teclados e metais de ponta, na narrativa realística do nosso mundão.

A balada soul de ‘Não Existe Amor em SP’ mostra que Criolo encanta quando canta sutil, no apelo emocionado de um morador da cidade. Na faixa ‘Sucrilhos’, o compositor avisa: “Fia, eu odeio explicar gíria”. Em ‘Grajauex’, o rap dá um nó no ouvido dos fãs com tantos ‘ex’ ritmados por uma batida de game ao fundo.

No todo, Criolo faz uma ode à São Paulo, manda lembrança a sua família e deixa os fãs boquiabertos, já que para ele “cantar rap nunca foi pra homem fraco”!.


2011 - Nó na Orelha

DOWNLOAD:

http://www.criolo.art.br/criolononaorelhahotsite/


FONTE:

www.discotecanacional.wordpress.com